20 novembro, 2007

mais Parr

Autoretrato, Martin Parr
(Martin Parr © Magnum Photos)

Ufff... Estava a ver que não! Foi uma tarefa um tanto ao quanto complicada fazer upload deste registo vídeo. O tamanho e, em consequência, o peso do ficheiro não ajuduram muito. Ainda tentei alojar o documento aqui no blogger, mas não funcionou. Gritei então pela ajuda dos servidores do Público para que a coisa funcionasse.
Um grande obrigado à Joana, à Sandra e ao Alexandre pela ajuda na edição da gravação e por terem disfarçado tão bem a minha mediocridade enquanto operador de imagem. Um abraço também ao Mário e ao Hugo por me aturarem com uma paciência infinita nas questões técnicas da coisa.
Não vale a pena sequer falar da maneira tosca como está registada a conferência de Parr (isto é mais difícil do que eu pensava), mas acho que o documento vale sobretudo pelo que é dito, mais do que pela forma como isso é transmitido.

Para ver a conferência de Martin Parr em Lisboa clique aqui.

4 comentários:

Madalena Lello disse...

Obrigado Sérgio por reproduzir aqui no seu blog a conversa que teve com Martin Parr que li hoje no Público. Contudo gostaria de fazer um comentário sobre o que Parr diz em relação à fotografia portuguesa. Diz ele que "basicamente?? olhei para alguns livros de fotografia contemporânea mas nada me despertou a atenção", mais à frente reconhece que em relação à fotografia portuguesa "Não. Não posso dizer que conheça muita coisa" Para além do Nozolino, que é reconhecido internacionalmente diz que não é bom a lembrar-se de nomes. Julgo que ao andar por 50 países à procura da cultura fotográfica desses países lhe escape o que de bom se faz nesses países. Diz tb que os fotógrafos portugueses lhe parecem antiquados na maneira de fotografar. Assisti à conferência que Parr deu na ArteLisboa. Quem não assistiu pode ver no vídeo que aqui o Sérgio reproduz.De forma cronológica Parr mostra o seu trabalho como fotógrafo e editor. Recentemente foi ao México, e lá verifica que os mexicanos gostam de usar bonés com New York, não será antes a fotografia de Parr que está a ficar um "dejá vu"?Parr espanta-se que o Centro Comercial Vasco da Gama tenha muita gente, porque para ele Portugal é suposto ser um dos países mais pobres...sinceramente como portuguesa detesto estas opiniões de estrangeiros que afinal quase não conhecem o país.

Sérgio B. Gomes disse...

Compreendo o comentário da Madalena. De facto, não faz muito sentido tecer comentários tão incisivos sobre uma realidade que mal se conhece. Mas acho também que toda esta postura de alguma sobranceria faz parte de uma imagem que Parr cultiva e gosta de dar de si - talvez a imagem de um agitador. Apesar de mordaz nas críticas ao (pouco) Portugal que viu e à fotografia portuguesa que praticamente não conhece, Martin Parr nunca falou num tom achincalhador ou desprezível. Pelo contrário, mostrou-se curioso em conhecer outros fotógrafos nacionais e, claro, saber mais sobre livros de fotografia publicados em Portugal.

Madalena Lello disse...

Obrigado Sérgio pelo esclarecimento. Também não me pareceu, na conferência que assisti a alguma sobranceria de Parr. O pior, é que Parr sabe que o seu livro The Photohistory Book tem uma enorme influência. É preferível dizer que desconhece os livros portugueses, ele não tem que conhecer tudo seria humanamente impossível,em vez de dizer que nenhum lhe despertou a atenção.

Anónimo disse...

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