20 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Jean-Marie del Moral, sem título, 2006
(Fundación Antonio Pérez © Jean-Marie del Moral

PHOTOESPAÑA2007
Antonio Pérez. Fotos para un libro
Fundación Antonio Peres, Cuenca

19 julho, 2007

PHE07»»PHE08

PHOTOESPAÑA2007
(© Nélson Garrido)

Há duas maneiras naturais de fugir ao calor: ir para debaixo da água ou para debaixo da terra. Assim que o ar condicionado do carro se desligou, ainda o bafo seco de Madrid era uma criança, optámos pela segunda hipótese. Enfiámo-nos logo debaixo da Plaza Colón, no Centro Cultural de la Villa, para ver a condição humana através da lente dos fotógrafos neorealistas italianos, entre 1932 e 1960. Foi estranho este ponto de partida no PHotoEspaña porque, à medida que víamos aquelas imagens a preto e branco, sala após sala, em vez de nos sentirmos de pés assentes na capital espanhola, naquele dia, viajámos para outro tempo e em direcção a um país que bem podia ser Portugal, de onde tínhamos vindo... (o texto completo está no P2 de hoje aqui)

»»A entrevista com Claude Bussac, directora do PHOTOESPAÑA2007, está aqui.
»»A entrevista com Alberto Martín, crítico de fotografia do El País, está aqui.
»»A entrevista com Joan Fontcuberta, fotógrafo, ensaísta e comissário, está aqui.
»»A entrevista com Sérgio Mah, novo comissário do PHOTOESPAÑA, está aqui.

PHE07#uma por dia

Amparo Garrido, sem título
(© Archivo Fotográfico Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid)


PHOTOESPAÑA2007
Percepciones. Itinerario Selectivo, Amparo Garrido
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid

18 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Ricky Dávila, da série Ibérica, Madrid, 2003
(© Ricky Dávila)

PHOTOESPAÑA2007
Ricky Dávila, Ibérica
Iglesia de la Merced, Cuenca

*Três perguntas a...

Jordi Burch, auto-retrato, Mindelo

Jordi Burch. Fotógrafo de Lisboa, de 28 anos. Afirma-se, trabalho a trabalho, como um dos mais talentosos fotojornalistas da nova geração. Nasceu na Catalunha, mas vive em Portugal desde os 5 anos. Tem formação em Fotografia e Historia da Arte (ArCo, Lisboa). Faz da fotografia a sua actividade principal desde 1998. Publica regularmente na imprensa portuguesa e internacional. Faz parte dos colectivos [kameraphoto]. Estreou-se este ano muma grande exposição com Estamos Juntos!, na Casa Fernando Pessoa. Está agora a ultimar um documentário sobre o fim da Polaroid, onde o escritor e fotógrafo Pedro Paixão é o protagonista.

¿Por que é que fotografas?
Faço fotografia porque é a linguagem que melhor conheço para exprimir o que quer que seja. Sendo que ainda não a conheço bem. Daí o interesse em estar sempre a fotografar, a procurar linguagens novas dentro da própria fotografia. Dá-me a sensação que são infinitas.

¿Estamos Juntos! é uma exposição de balanço ou um ponto de partida?
Estamos Juntos! tinha de ser a minha primeira exposição. A ideia de um sentimento global, de que estamos juntos com todas as diferenças e que com isso somos ainda mais felizes. Somos de várias cores e feitios e isso faz com que nos possamos admirar uns aos outros sem monotonia. Não somos iguais, mas estamos juntos e isso é lindo.

¿No último leilão da Potássio 4, dentro do grupo de fotografia contemporânea as tuas fotografias foram das poucas a serem todas vendidas. A que é que achas que se deve este interesse? Acreditas que os leilões de fotografia têm espaço no mercado da fotografia em Portugal?
Fiquei muito feliz com a venda das minhas fotos. Fiquei também surpreendido. Não é muito habitual, em Portugal, comprar fotografias em exposições. Num leilão é diferente, talvez as pessoas já pensem em gastar dinheiro numa fotografia. É muito bom que isso aconteça. É muito bom que críticos de arte se manifestem sobre as fotografias que vão a leilão. Que façam com que nós, fotógrafos, sejamos um pouco mais humildes e que trabalhemos com sentido crítico. Há países em que os fotógrafos sofrem com as críticas, em Portugal sofre-se pela falta dela.

17 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Miguel Ángel Ríos, sem título # 519, 2006
(cortesia Galeria Arte Veintiuno © Miguel Ángel Ríos)

PHOTOESPAÑA2007
Miguel Ángel Ríos, Aquí
Matadero de Madrid
Até 22 de Julho

novas no CPf

Reservatório de Água na Universidade de Aveiro, 1988-1989
(© José Manuel Rodrigues)

Foram inauguradas no último fim de semana quatro novas exposições no Centro Português de Fotografia, no Porto. São as primeiras mostras na era pós-Tereza Siza, ainda que tenha sido a antiga directora a programá-las. O jornalista Sérgio C. Andrade já foi ver as novidades no CPF e conta a visita aqui.


Crónicas Portuguesas
Retrospectiva de Georges Dussaud

À flor da pele
David Infante (Prémio Pedro Miguel Frade 2006)

Landscapes Theories
Danilo Pavone

A estranheza de uma coisa natural
José Manuel Rodrigues

Centro Português de Fotografia
Campo Mártires da Pátria, Porto
De ter. a sex., das 15h00 às 18h00. Sáb., dom. e feriados das 15h00 às 19h00
Entrada livre
Até 16 de Setembro

16 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Juan González, da série Deuses, 2007
(© Juan González)


PHOTOESPAÑA2007
Cinco Miradas Europeas. Varios Autores
Juan González

Instituto Cervantes
Até 9 de Setembro

Benoliel em Coimbra

Joshua Benoliel, Efeitos do assalto ao jornal A Nação, 21 de Outubro, 1913

Quem perdeu a oportunidade de ver a exposição sobre o repórter fotográfico Joshua Benoliel durante o LisboaPhoto 2005, pode ver agora uma boa parte dela na Fnac Coimbra.

Benoliel é um fotógrafo deste novo conceito de princípio de século – a urbanidade - em que o cidadão comum está na fotografia, construindo deste modo o primeiro indício de memória colectiva, na qual o mesmo revê também a sua memória privada, o seu microcosmos de acontecimento.
Emília Tavares, comissária


Joshua Benoliel, Repórter Fotográfico 1873 - 1932
Colecção do Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa
Galeria Fotográfica Fnac Forum Coimbra
Até 21 de Setembro

15 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Li Tianbing, 1967
(Cortesia Long March Project, Pequim, China, © Li Tianbing)


PHOTOESPAÑA2007
Local. El fin de la globalización
Consejaría de Cultura y Deportes
Até 2 de Setembro

14 julho, 2007

homem vs robô

David Beckham (© Adidas)

Acontece muitas vezes: estar perante duas imagens sobre o mesmo assunto e não conseguir decidir de imediato qual destacar na homepage do Público Online, uma das rotinas diárias aqui na redacção.
Ontem, quando as agências internacionais começaram a divulgar imagens sobre a chegada de David Beckham aos Estados Unidos para jogar nos Los Angeles Galaxy, isolei duas fotografias, mas não consegui decidir-me por nenhuma delas.
Notei que, por estranho que pareça, a dificuldade da escolha estava sobretudo na grande diferença de conceito com que cada uma foi criada. Normalmente, a indecisão surge quando estamos perante um par de imagens muito parecidas e ambas de grande qualidade. Mas neste caso, tinha, por um lado, o clássico preto e branco, composição meio confusa (aparece uma câmara de filmar, metade de uma cara desfocada, personagens desconhecidas), mais do que normal num instantâneo típico de fotojornalismo; por outro, estava perante algo que classificaria de "imagem-barbie", com Beckham de braços caídos à frente de um fundo neutro, sem nada que lhe faça concorrência, a pisar uma coisa estranha, meio caminho entre sombra, nódoa e charco de chichi.
A segunda fotografia é uma produção estudada ao milímetro para dar ao futebolista uma aura de herói invencível. O que vemos é uma figura robótica, quase sem emoção, pronta a receber corda para se começar a mexer. Confesso que, ao início, fiquei mais inclinado para esta fotografia porque dá de Beckham a imagem mais forte que temos dele - um produto.
A primeira fotografia, que também pode ter sido estudada ao milímetro (foram as duas tiradas por fotógrafos contratados pela Adidas, marca do equipamento dos LA Galaxy), mostra o ex-jogador do Real Madrid embevecido com a nova camisola. Há aqui a intenção de revelar o lado humano de Beckham, supreendido nas traseiras de um prédio sem glamour. O preto e branco não é inocente - carrega o momento de dramatismo e dá-lhe um toque sério apesar do sorriso da figura central. À partida, mostrar esta fotografia no espaço da foto do dia da homepage interessava-me menos. Parecia-me ainda mais estudada do que a "imagem-barbie", esta sim, bem mais sincera nos seus propósitos: fazer publicidade a Beckham e ao patrocinador.
Contas feitas, fiquei num impasse. E nestes casos, o melhor é convocar outros olhos para a decisão final. Uma mini-votação, resultou na escolha da fotografia a preto e branco. Os colegas de redacção que votaram preferiram o Beckham-humano em vez do Beckham-robô.

David Beckham (© Adidas)

PHE07#uma por dia

Raymond Depardon, Chade, 1978
(© Raymond Depardon/Magnum Photos/Contacto)


PHOTOESPAÑA2007
Raymond Depardon
Centro Cultural Conde Duque
Até 22 de Julho

13 julho, 2007

al berto+whitman

Al Berto, Sines, c.1985

Walt Whitman, gravura de Samuel Hollyer, 1854
(a partir de daguerreótipo de Gabriel Harrison)

Al Berto e Walt Whitman - poetas que quiseram que a imagem do seu rosto e do seu corpo fosse um prolongamento dos seus textos.

O escritor de Sines (Coimbra, 1948 – Lisboa, 1997) foi um dos primeiros a ir contra a aversão dos editores às fotografias do autor na capa dos livros. Preferiu, desde logo, mostrar-se através da fotografia a quem percorria a sua poesia, os seus escritos.

Walt Whitman (Nova Iorque, 1835 – Nova Jersey, 1892) teve a ousadia de editar um livro com poemas da sua lavra (Leaves of Grass) identificando o autor apenas com uma gravura, aberta a partir de um deguerreótipo. Na maior parte das inúmeras reedições revistas e aumentadas lá aparecia a figura de Whitman em pose despreocupada e olhar ligeiramente desafiador.
A história da fotografia e da gravura de Whitman está aqui.

Numa altura em que passam dez anos sobre a morte de Al Berto, Paulo Barriga decidiu antologiar poemas do autor de O Medo que evocam o Alentejo. A obra chama-se Degredo no Sul. Al Berto está na capa, em nome e em fotografia, a olhar para dentro, em direcção à terra, ao caminho-chão. Degredo no Sul é lançado amanhã, às 16h00, na Casa do Alentejo, em Lisboa, onde serão ditos poemas em voz alta.


Degredo no Sul, Al Berto (Antologia de Paulo Barriga, Assírio & Alvim)


Leaves of Grass, Walt Whitman, 1855

PHE07#uma por dia

Jeff Bridges, 1989
(cortesia Rose Gallery, Santa Monica © Jeff Bridges)

PHOTOESPAÑA2007
Fotógrafos Insospechados - Vários Autores
Fundación Canal
Até 22 de Julho

12 julho, 2007

»vejamos»» [as sugestões dos leitores]

Martin Parr, da série Common Sense, 1995-1999
(© Martin Parr, cortesia Rocket Gallery)

Ui! Parece que as últimas três nomeações para a agência Magnum ainda vão dar muito que falar. Não por culpa dos nomeados (Alessandra Sanguinetti, Jacob Aue Sobol e Mikhael Subotzky), mas por causa de antigas rivalidades que agora estão a vir ao de cima entre fotógrafos da casa, nomeadamente entre Phillip Jones Griffiths e Martin Parr. Mas não é tudo: a festa de comemoração dos 60 anos da agência no MoMA, em Nova Iorque, no dia 21 de Junho, levou Gerry Badger a escrever uma carta muito azeda (e cómica) onde os visados são (outra vez) Martin Parr e Alec Soth, o autor do blog que foi palco de toda a polémica.
Está tudo aqui.

»»Quem chamou a atenção para esta recente troca de galhardetes foi o fotógrafo Pedro Guimarães.

PHE07#uma por dia

Mathew Pillbury, San Francisco self portrait
(© Mathew Pillbury)

PHOTOESPAÑA2007
Mathew Pillsbury - Premios HSBC de Fotografía
Vários Autores

Teatro Circo Price
Até 22 de Julho

11 julho, 2007

PHE07#uma por dia

©Anoek Steketee, da série Frontstage, 2006

PHOTOESPAÑA2007
Descubrimientos PHE - Anoek Steketee
Museo Municipal de Arte Contemporáneo
Até 22 de Julho

10 julho, 2007

»vejamos»» [as sugestões dos leitores]

Jacob Aue Sobol, Sabine
(© Jacob Aue Sobol)

»»Nélson d`Aires manda mais uma sugestão para os leitores do Arte Photographica. O fotógrafo da [kameraphoto] propõe uma visita ao site de Jacob Aue Sobol, onde é possível apreciar os projectos Sabine, Guatemala e Tokyo. Jacob foi um dos três fotógrafos recentemente nomeados para fazerem parte da agência Magnum. O trabalho Sabine vai ser mostrado no Centro Português de Fotografia durante este ano, segundo o calendário apresentado no site do artista dinamarquês.

Jacob Aue Sobol, Sabine
(© Jacob Aue Sobol)

PHE07#uma por dia


Lynn Davis, Isfahán, Irão#35, 2001
(Cortesia Karsten Greve © Lynn Davis)


PHOTOESPAÑA2007
Lynn Davis
Secção Oficial, Exposição individual
Museu Thyssen-Bornemisza
Até 29 de Julho

09 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Tamara Litsinskaia. Nasceu em Moscovo em 1910. Condenada à morte em 1937
( Centro Andaluz de Fotografía © David King)

PHOTOESPAÑA2007
As vítimas de Estaline. Cidadãos Comuns
Teatro Circo Price
Até 22 de Julho

08 julho, 2007

magnum

Marc Riboud, Pentágono, Washington D. C., 1967 (© Marc Riboud/Magnum Photos)

Vale a pena ler este artigo do El País sobre os 60 anos da Magnum.

PHE07#uma por dia


Diego Azubel, Chongqing, China
(© Diego Azubel/EFE)

PHOTOESPAÑA2007
Agua Escasa, Agência EFE
Azca
Até 22 de Julho

07 julho, 2007

PHE07#uma por dia


Juan Pando, sem título
(© Archivo Fotográfico Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid)

PHOTOESPAÑA2007
Percepciones. Itinerario Selectivo
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia

06 julho, 2007

PHE07#uma por dia

Bruce Davidson, Nova Iorque, Central Park, 1992
(© Bruce Davidson/Magnum Photos/Contacto)


PHOTOESPAÑA2007
Bruce Davidson, Central Park
Fundación Astroc
Até 14 de Setembro

Frida

Frida Kahlo (Nickolas Muray)


Se fosse viva, Frida Kahlo faria hoje 100 anos.
A par da sua obsessão pelos auto-retratos pintados, Frida também gostava de se ver em suporte fotográfico. Nickolas Muray, amante da artista mexicana, foi um dos fotógrafos que mais explorou a sua fotogenia, quase sempre em poses complacentes e sisudas, quase sempre com o México em cada adorno, em cada cor, em cada peça de vestuário. Foi entre 1937 e 1941 que Muray captou a maior parte das fotografias de Frida.
Nascido em 1892, em Zseged, na Hungria, Nickolas Muray chegou aos Estados Unidos em 1913. O objectico era continuar a estudar e praticar fotografia e tornar-se campeão de esgrima. Em 1921, abriu estúdio em Greenwich Village e cedo se tornou famoso pelos seus retratos e por ter sido um dos primeiros fotógrafos a usar cor nos EUA através de uma técnica designada “carbro process”. Desde então publicou regularmente na Harper`s Bazaar, Vanity Fair e noutras revistas femininas. Passaram pela sua objectiva famosos como Marlene Dietrich, Clark Gable, Judy Garland, Dwight D. Eisenhower, Elizabeth Taylor e Marilyn Monroe. Foi através de um amigo comum, Miguel Covarrubias, que Muray conheceu Frida Kahlo, corria o ano de 1931. Envolveram-se numa relação amorosa que duraria pelo menos uma década. Durante esse período Muray tirou as fotografias que hoje formam a nossa imagem de uma Frida Kahlo mulher adulta, exuberante, folclórica e frágil.

Frida Kahlo (Nickolas Muray)

05 julho, 2007

África


© Paulo Pimenta


Pauliana Valente Pimentel, Tatiana Macedo, Paulo Pimenta, Luís Barra, José Pedro Tomaz mostram as suas visões de 3 países do continente africano (Cabo Verde, Moçambique e Mali) e de africanos a viver em Portugal. A exposição, integrada no Festival África, pode ser vista no Cinema S. Jorge, em Lisboa até 8 de Julho.

morada nova

João Kehl, ginásio de boxe, São Paulo, 1º prémio na categoria Sports Features
(© João Kehl)

O World Press Photo vai ter nova morada em Lisboa: o Museu da Electricidade. Depois da inauguração da Colecção Museu Berardo no Centro Cultural de Belém deixou de haver salas disponíveis neste espaço para receber as imagens da principal exposição de fotojornalismo em Portugal que, este ano, será inaugurada no dia 16 de Agosto juntamente com as fotografias do Prémio Visão Fotojornalismo. Antes de se mostrarem na capital as imagens do World Press Photo vão poder ser vistas em Portimão, entre 20 de Julho e 12 de Agosto.

PHE07#uma por dia

Pierre et Gilles, La Madone au cur blessé, 1991
(Cortesia galeria Jérôme de Noirmont © Pierre et Gilles)

PHOTOESPAÑA2007
Pierre et Gilles - Double je (1976-2007)
Le Jeu de Paume, Paris
Até 23 de Setembro

04 julho, 2007


entre aspas

Berlim, 2005
(© Colecção Particular)

As pessoas viajam para tirar fotografias. A esmagadora maioria não viaja para ver como são as outras.

Baptista-Bastos, Ípsilon, 22.06.2007

PHE07#uma por dia

Guillaume Herbaut, sem título, da série Vendetta I – nº 19, 2004.
(Fonds National d`Art Contemporain, Ministère de la Culture et de la Communication, Paris, © Guillaume Herbaut)


PHOTOESPAÑA2007
Márgenes. Vários Autores - Guillaume Herbaut
Centro Cultural Conde Duque
Até 22 de Julho

 
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