© Mathew PillsburyPHOTOESPAÑA2007
Mathew Pillsbury - Premios HSBC de Fotografía
Vários Autores
Teatro Circo Price
Até 22 de Julho
© Mathew Pillsbury
© Rogério Réis, Microondas - vivências do medo da morte
© Pedro Álvarez
© Lourdes Grobet, Blue Demon
© Erwin Wurm, Leopoldstadt, sem título, 2005
© Matías Costa, imagem #1, da série Cuando Todos seamos ricos
© Antoine d`Agata
© Antoine d`Agata
Lynn Davis, Iceberg II, 2004
Olivo Barbieri, Site Specific_Shanghai 04, 2004
© Mónica Ruzansky, The Mirror
© João Paulo Barrinha
Zhang Huan, tríptico Skin (Eyes), 1998.
Zhang Huan, tríptico Skin (Cheek),1998.
Zhang Huan, tríptico Skin (Nose), 1998.
© Vera Lúcia Carmo, Still Moving Frames
Vera Lúcia Carmo recebeu uma menção honrosa na última edição do prémio Novo Talento Fnac Fotografia. As imagens do seu projecto Still Moving Frames vão ser expostas na loja Fnac de Coimbra, a partir do dia 1 de Outubro.
© Vera Lúcia Carmo, Still Moving Frames
Raymond Depardon (© Magnum Photos)Miguel Sousa Tavares, O deserto dentro de nós, Tabacaria (nº 13, 2004)
High Speed Plate (© José Luís Neto)
Stills do filme Sob um Céu Estranho – Uma História de Exílio
É um ano em cheio para Daniel Blaufuks. Depois de ter vencido o BESPhoto, o fotógrafo lisboeta vê agora um livro seu - Sob Céus Estranhos - Uma história de exílio - ser premiado pelo Festival PHOTOESPAÑA como a melhor obra de fotografia publicada no último ano a nível internacional.
É conhecida a dedicação que Blaufuks coloca na edição de cada livro. São livros de fotografia, mas Blaufuks não olha para eles apenas como isso. São livros de fotografia, mas podem ser também, eles próprios, objectos únicos, objectos de arte. Para além de conhecido, esse esforço criativo foi agora reconhecido.
A obra, editada este ano pela Tinta da China, narra as memórias dos refugiados judeus que passaram por Lisboa, durante a II Guerra Mundial.
Antes de se transformar em livro, o projecto Sob Céus Estranhos foi concretizado em filme, em 2002. A ideia original passava por editar primeiro o livro, mas só este ano, surgiu uma editora para o dar à estampa. A obra vem acompanhada com um DVD do filme.
Daniel Blaufuks é o único português na secção oficial no PHE, com a exposição de fotografia No Próximo Domingo... e a exibição do vídeo A Perfect Day. O livro agora premiado pela PHE faz parte de uma exposição patente na Biblioteca Nacional de Espanha que inclui outras 100 obras de fotografia do mundo inteiro.
O livro de Daniel Blaufuks pode ser folheado aqui.
O texto do livro pode ser lido aqui.
“Milhares de refugiados passaram por Lisboa mas poucos aqui ficaram. Para estes, por diferentes razões, o porto de trânsito tornou-se no ponto de destino.”
Sob um Céu Estranho – Uma História de Exílio
Still de Sob um Céu Estranho – Uma História de Exílio
Inês d`Orey, Cooperativa dos Pedreiros
Inês d`Orey, Campanhã
Andres Serrano, El dedo en la llaga, A History of Sex (Antonio and Ulrike), 1995E agora? O PHOTOESPAÑA (PHE), um dos acontecimentos maiores da fotografia mundial, aproveita um número redondo - abre amanhã ao público a décima edição - para repensar as coordenadas com que, desde 1998, se tem dado a ver.
Pela primeira vez sem um conceito estruturante ou um comissário principal, o certame procura agora a postura certa em relação aos novos desafios da imagem fotográfica e das denominadas artes visuais. Para cumprir o vício aristotélico da catalogação, pode dizer-se que, há falta de um denominador comum, o PHE deste ano se joga sobretudo no campo da diversidade - de temas, de artistas, de suportes, de conceitos e até de espaços (pela primeira vez em Arles e Paris). Apesar das escolhas feitas para esta edição continuarem fiéis ao equilíbrio entre o documental e o conceptual, percebe-se que as linguagens que se centram na forte relação entre fotografia e realidade voltam a ganhar protagonismo.
O crítico espanhol Alberto Martín (Babelia, El País, 26.05.2007) nota que esta inclinação pelos grandes nomes e pelo documentalismo mais tradicional não foi, desta vez, devidamente acompanhada por apostas de vulto em artistas menos conhecidos ou propostas temáticas mais conceptuais. Falta risco, sublinha Martín que lança ainda uma dúvida: com a desculpa do décimo aniversário estamos perante uma transição, para que o festival se possa definir, ou estamos perante uma redefinição necessária, tendo em conta o programa que nos é proposto? A resposta está nas salas que acolhem este ano o PHE.
Nas exposições individuais deste ano constam nomes bem conhecidos do grande público, como Man Ray, Sebastião Salgado, Bruce Davidson ou Raymond Depardon. De Man Ray há a promessa da maior exposição jamais feita sobre o artista, com mais de 300 obras, que para além de fotografia, inclui ainda pintura e escultura. Sebastião Salgado organizou um conjunto de imagens de grande formato de África propositadamente para o PHE em torno de três grandes temas-chave: Trabalho, Migrações e Natureza. De Bruce Davidson, histórico da agência Magnum, mostra-se a vida do nova-iorquino Central Park. Raymond Depardon, o fotógrafo-cineasta, outro dos grandes nomes da mesma agência, traz uma exposição de retratos de figuras da política internacional. Para além destra mostra, a Filmoteca de Española exibe um ciclo sobre a sua obra de cinema documental. Há ainda grandes exposições individuais de Andres Serrano, Sylvia Plachy, Zhang Huan, Lynn Davis e Lourdes Grobet.
Entre os projectos colectivos, destaque para Neorrealismo. La nueva imagen de Italia, 1932-1960, a propósito de um movimento artístico que encontrou grande expressão no cinema e na literatura. As fotografias de mais de 75 artistas são acompanhadas por livros, catálogos, jornais e filmes de época. LOCAL. El fin de la globalización, questiona a ideia de aldeia global e propõe um regresso à ideia de comunidade e de território. Em Márgenes, descobrem-se realidades sociais pouco conhecidas, desde a Albânia até à Índia. Há ainda Cinco Miradas europeas. Fotografia española e hispanoamericana e Fotógrafos insospechados. Celebridades detrás del objecivo, com fotografias captadas por algumas celebridades bem conhecidas como Lou Reed, Pedro Almodóvar ou Patti Smith.
Para além de Madrid, o PHE alarga-se este ano a Cuenca e, pela primeira vez além-fronteiras, a Paris e a Arles. A cidade Património da Humanidade espanhola passa a ser “a nova sede” do festival. Em França, o centro Jeu de Paume de Paris recebe uma exposição da dupla Pierre & Gilles, e o Festival de Arles mostra a obra do espanhol Alberto García-Alix.
Estas são apenas algumas propostas do PHE para este ano.
O programa completo está no site do festival aqui.
PHOTOESPAÑA 2007
X Festival Internacional de Fotografia e Artes Visuais
Madrid, 30 de Maio a 22 de Julho
A Foto Colectania andou a basculhar os seus arquivos à procura de retratos femininos ligados à fotografia de moda com o intuito de mostrar não apenas um género ao serviço de estilismos e imaginários, mas um género que neste universo também pode ser real e mundano. O que se encontrou foram imagens de mulheres dentro de imagens de mulher-ícone. Mas encontrou-se o contrário também. E nesse "jogo de espelhos" quem fica a ganhar é quem o vê.
A organização garante que Mujer, Etcétera não é uma exposição de fotografia de moda, nem uma exposição de fotografia de mulheres. Ou, pelo menos, não pretende que seja só isso. Na cabeça da comissária Lola Garrido está a intenção de perceber como é que o fenómeno da moda, a partir dos anos 20, influenciou a mulher e a sua maneira de estar no mundo, como influenciou a sua feminilidade e o seu estatuto na sociedade. Tenta, por outro lado, mostrar, para além do género, como é que a fotografia perseguiu esta beleza e como foi transformando os nossos modos de ver e olhar para ela.
Mujer, etcétera
Moda y Mujer en las Colecciones
Fundació Foto Colectania
Julián Romea, 6 D2, Barcelona
Tel.: 93 217 16 26
De seg. a sáb., das 11h00 às 14h00 e das 17h00 às 20h30
Até 29 de Setembro de 2007
Entrada: 3 euros
Da série Vesúvio, (© Marta Sicurella)
(© Marta Sicurella)
Pormenor da lente da máquina de casa Susse Frères (© WestLicht)
Nunca uma máquina fotográfica tinha atingido um preço tão elevado
Pátio, Forte de Peniche, Novembro 2006 (© João Pina)
Da série Costa da Caparica, 1989 (© Hedi Slimane)
Hedi Slimane começou pela fotografia - bem cedo, aos 11 anos - passou para moda e ficou por lá, sempre de máquina na mão. Hoje, aos 39 anos, é visto como um dos criadores da masculinidade que arrancou com o século XXI - irreverente, retro-glamorosa, andrógina. Em 1989, entediado durante umas férias de praia na Costa da Caparica decidiu percorrer o areal e infiltrar-se nas tribos locais à procura de rostos e situações que lhe transmitissem a energia, a irreverência e, ao mesmo tempo, a vulnerabilidade típicas de quem é adolescente. Passou um mês a fotografar.
Vanessa Rato explica no ípsilon de hoje como este trabalho, até agora inédito, funcionou como gesto fundador de outras séries mais recentes (Berlin, 2003; Stage, 2004; London: Birth of a Cult, 2005), todas ligadas a esse sangue na guelra de quem é adolescente. Para além das imagens captadas na Costa da Caparica, a exposição que amanhã abre ao público, no Art Centre da Ellipse Foundation, mostra algumas fotografias das séries mais recentes.
Costa da Caparica, 1989
Art Centre, Ellipse Foundation, Alcoitão/Cascais
Rua das Fisgas, Pedra Furada
Tel.: 21 469 18 06
E-mail: info@ellipsefoundation.com
Sex., sáb. e dom. das 11h00 às 18h00
Até 9 de Setembro
Recife, Pernanbuco, Brasil, 1947, da série Rostos do Mundo
Kétou, Benim, 1948-1979, da série Deuses Africanos
Salvador da Baía, Brasil, 1946-1953, da série Deuses Africanos
Nuez, Rui Baião/Paulo Nozolino, Frenesi, Lisboa, 2003
Estive há dias a ouvir um editor (Manuel Rosa) e três fotógrafos (José Luís Neto, Duarte Belo e José Manuel Rodrigues) falarem sobre o que os move e o que os preocupa no campo da publicação de livros de fotografia. Pelo que ficou dito, percebeu-se que a publicação de obras com imagens impressas em Portugal enfrenta dilemas difíceis de resolver (distribuição nacional e internacional, espaço de destaque nas livrarias, margens de lucro, qualidade de impressão) e constrangimentos vários, sobretudo relacionados com a pequenez do nosso mercado, que é como quem diz com o número de pessoas que, no nosso país, sai de uma livraria com um álbum de fotografia debaixo do braço.
Manuel Rosa, da Assírio & Alvim, a editora que por estas bandas melhor trata a fotografia que se mostra em livro, foi dos intervenientes mais pessimistas da mesa, não só com esta área editorial, mas com o livro impresso em geral. Apesar do quadro traçado ser pouco animador, a Assírio pretende manter a sua aposta nos livros de fotografia.
Duarte Belo, um dos fotógrafos com mais obras publicadas em Portugal, aponta o nível cultural da nossa sociedade como um dos principais entraves à venda de livros.
José Luís Neto reclamou mais apoio das instituições com responsabilidades na área da fotografia e edição, bem como das galerias onde se mostram os trabalhos dos artistas.
Como nem só das editoras depende a edição, José Manuel Rodrigues, cansado do insucesso das vendas e da qualidade de impressão, passou a fazer um número muito limitado de livros com fotografias coladas em papel totalmente concebidos e executados por si.
É um caminho.
Há que pensar noutros.
(© Pedro Paixão, 47 w 17)
(© Collier Scharr)
A Ellipse Foundation parece apostada em partilhar com o comum dos mortais a arte que o dinheiro de uma pequena minoria pode comprar. Essa atitude desempoeirada para com o conceito de colecção privada já tinha ficado presente no arranque do Art Centre de Alcoitão. A recente inauguração da Edit! no centro de artes visuais (Coimbra), com fotografia e vídeo do acervo da colecção liderada por João Rendeiro, vem sublinhar ainda mais essa postura de porta aberta que se preocupa em tornar público o que de melhor se faz na criação contemporânea.
No início, a ideia do curador de Edit!, Delfim Sardo, era apresentar um conjunto de obras em suporte fotográfico, fílmico e videográfico, mas os limites do espaço do cav e o trânsito das peças da colecção por outras exposições fizeram com que a escolha recaísse nos suportes fotográfico e fílmico. Ainda assim, para que o grupo de peças a exibir fosse o mais alargado possível, houve necessidade de dividir a mostra em dois momentos distintos.
No texto de apresentação de Edit!, Sardo explica as direcções dessa divisão:
(...) o primeiro [momento] mais centrado em obras históricas ou que se reportam a situações de vivências, frequentemente paradoxais, do espaço público ou de mapeamento do ponto de vista (que se encontram nas peças de John Baldessari, Dan Graham, Ed Ruscha ou Alan Sekula), e um segundo momento mais centrado sobre a representação do corpo, quer como campo de combate ou fricção social, quer no interior das poéticas próprias dos diversos artistas. (...)
Edit!
Fotografia e filme da Colecção Ellipse
primeira parte # de 5 de Maio a 24 de Junho
John Baldessari/Lothar Baumgarten/Bernd & Hilla Becher/Dan Graham/João Maria Gusmão & Pedro Paiva/Jürgen Klauke/Steve McQueen/Catherine Opie/Ed Ruscha/Allan Sekula/Thomas Struth/Jeff Wall
segunda parte # de 30 de Junho a 9 de Setembro
Matthew Barney/Rineke Dijkstra/Olafur Eliasson/Robert Gober/Felix Gonzalez-Torres/Douglas Gordon/Candida Höfer/Cameron Jamie/Louise Lawler/Sherrie Levine/Sharon Lockhart/Jarbas Lopes/Steve McQueen/Gabriel Orozco/Jack Pierson/Gonzalo Puch/Rosângela Rennó/Collier Schorr/Lorna Simpson/João Tabarra/Wolfgang Tillmans/James Welling
centro de artes visuais
Pátio da Inquisição, 10, Coimbra
Tel.: 239826178
De ter. a dom., das 10h00 às 19h00


(© José Henriques da Silva/Arquivo Fotográfico Municipal)
(© Carlos Seixas)
Já lá vão alguns dias sobre o segundo leilão de fotografia em Portugal, mas, ainda assim, julgo que vale a pena fazer um apanhado do que se passou no CCB.
Depois do efeito novidade e do entusiasmo gerados à volta do primeiro leilão de fotografia (1 de Junho), a segunda venda, apenas cinco meses depois, serviria, sobretudo, para perceber se existem de facto compradores para imagens antigas em Portugal. O leilão de 9 de Novembro mostrou que sim, mas deixou alguns sinais que devem ser considerados pela organização, a cargo da Potássio 4 e da Livraria Campos Trindade: os compradores sabem o que estão a comprar; alguns lotes apresentados como estrelas do leilão foram retirados de praça porque tinham preços demasiado elevados; a exigência com o estado de conservação dos lotes - havia algumas imagens em mau estado ou em muito mau estado - deverá ser cada vez maior; a quantidade de lotes envolvidos neste leilão fez com que a venda se transformasse numa maratona demasiado longa e por vezes demasiado frenética, prejudicando raciocínios mais lentos, sobretudo por parte daqueles que não tiveram oportunidade de ver os lotes antes do leilão; o fraco interesse manifestado pelos poucos lotes de fotografia contemporânea na praça mostra que um eventual leilão centrado em imagens mais recentes deve ter um elevado grau de exigência em relação à qualidade estética ou à importância histórica dessas imagens.A percentagem de lotes vendidos, 62 por cento, é um sinal, ainda que tímido, de que afinal existe um grupo de interessados disposto a comprar fotografia de forma sistemática. Em 400 lotes foram retirados 149, o que não deixa de ser um bom indicador para vendas futuras.Quanto à organização, este segundo leilão revelou nítidos progressos, como a projecção em tela gigante das imagens em praça, que só por uma ou duas vezes falhou, ou a entrega mais eficaz e organizada dos lotes vendidos.
Uma surpresa: Portugal 1934Surpresas
ESTEREOSCOPIA
Lote 11 (vista da Rua Augusta, Lisboa, cerca de 1900)
Preço: 15 euros (preço de venda 55 euros)
Lote 12 (desfile militar em Lisboa, cerca de 1890)
Preço: 15 euros (preço de venda 45 euros)Os preços iniciais destas duas vistas estereoscópicas foram largamente ultrapassados por um motivo óbvio: todas as imagens de ruas que sofreram mudanças significativas no decorrer dos anos ganham um duplo valor histórico.
ÁLBUNS DE VIAGENS E OUTROS
Lote 49 (álbum de África com o monograma do rei D. Carlos (RCA, ?), cerca de 1890)
Preço: 750 euros (preço de venda 1100 euros)As fotografias de África do século XIX são sempre imagens a ter conta. O facto de existir a possibilidade deste álbum ter pertencido ao rei D. Carlos dava-lhe um valor acrescido que se veio a confirmar na altura de levantar as placas na sala.
MONARQUIA
Lote 57 (desembarque da rainha D. Maria Pia no terreiro do Paço a 6 de Outubro de 1862)
Preço: 90 euros (preço de venda 260 euros)É o caso de uma imagem valorizada essencialmente pelo seu carácter histórico, em contraponto com o mau estado de conservação em que se encontra. Foi a protagonista da primeira grande série de licitações da noite.
ARTES E ARTISTAS
Lote 265 (Fernando Pessoa aos 10 anos, 1898)
Preço: 800 euros (preço de venda 8500 euros)Foi a fotografia que animou o leilão que até este lote não tinha tido ainda uma disputa tão surpreendente. O preço final desta carte-de-visite, arrematada por um alfarrabista de Lisboa, constitui um recorde para venda de fotografias em Portugal.
LIVROS E EDIÇÕES
Lote 376 (Portugal 1934)
Preço: 300 euros (preço de venda: 1375 euros)É uma obra essencial para se perceber o uso da fotografia e da fotomontagem pela máquina do Estado Novo que, à data de publicação desta folhetim de propaganda nacionalista e imperialista, tinha acabado de contratar o antigo jornalista do Diário de Notícias António Ferro para liderar o Secretariado de Propaganda Nacional.
Lote 380 (Images Portugaises)
Preço: 30 euros (preço de venda: 140 euros)Outra edição do período do Estado Novo alvo de grande interesse. A maior parte das imagens reproduzidas no livro são da autoria de Horácio Novais, um dos colaboradores mais assíduos do SPN e mais tarde do SNI.
Uma desilusão: álbum dos Jogos Olímpicos de Berlim, 1936